Fone: (49) 3562-1331
Cidade: Pinheiro Preto
Diretor: Rui Piccoli
Endereço: Linha Caixias
Salmo 53
A trajetória da família Piccoli inicia-se em 1876 com a chegada de Antonio Piccoli da Itália, sendo um dos pioneiros a plantar videiras e a produzir vinhos.
Em 1938, essa tradição chega ao Vale do Vinho em Pinheiro Preto, SC. Aqui a família encontrou o clima ideal para a prática desta cultura.
No ano de 1966, funda-se a Vinícola Vinhos Piccoli, cujas atividades principais são o cultivo da uva e produção de vinhos.
Em 1999, num processo de expansão a vinícola lança no mercado a marca: Vinhos Finos Vila Romana.
Nossos vinhos são produzidos com um rigoroso acompanhamento, desde a seleção de uvas, passando pela maturação até atingirem a sua estabilidade enológica.
Ao beber estes vinhos você estará mergulhando em mais de um século de tradição desta família, que tem na dedicação e honestidade a sua maior expressão.
Vinho Piccoli oferece duas marcas.
Vinhos de Mesa
Vinho Tinto: Suave , Seco
Vinho Branco: Suave , Seco
Vinho Rose: Suave , Seco
MARCA VILA ROMANA – no mercado desde 1999.
Vinho de Mesa - Vinhos de uvas de bom corpo equilibrados
Vinho Tinto: Seco , Suave
Vinho sem tendência ao envelhecimento, indicando-se consumo ainda jovem, para se apreciar melhor as características de cada variedade utilizada.
Vinho Branco: Suave , Seco
VINHOS FINOS
VINHO TINTO
Cabernet Sauvignon – Vinho com corpo aveludado, coloração rubi, aromas de frutas vermelhas e especiarias de paladar incontestável. 750 ml
Merlot – vinho levemente encorpado, agradável buquê e paladar marcante. 750 ml
Tannat – Vinho de intensa cor vermelha-rubi aroma de frutas vermelhas maduras com notáveis taninos, corpulento com sabor rico e persistente.
VINHO BRANCO
Moscato Giallo - Vinho de cor amarela palha com tons esverdeados. No olfato, uma boa intensidade destacando o aroma da variedade. Na boca paladar leve e macio.
ESPUMANTE
Espumante Moscatel – Espumante tipo Asti, elaborado com uvas moscatéis de excelente maturação. Sabor agradável, leve e macio, paladar doce e sutil, caracterizando seu perfeito equilíbrio. 750 ml.
O vinho é muito mais do que simplesmente um elixir para o corpo: é o alimento predileto da alma!
O Vinho foi um dos primeiros medicamentos utilizados pelo homem. Em cerca de 2000 a.C., Os cirurgiões hindus já o utilizavam como anestésico pré-operatório.
As qualidades dietéticas e fisiológicas do vinho eram reconhecidas pelo grego Hipócrates, patrono da medicina, que receitava frequentemente como antitérmico, laxante e diurético.
Galeno, célebre médico de Roma, empregava o vinho como desinfetante nas feridas dos gladiadores, pois seu poder anti-séptico impedia o surgimento de infecções.
Como se podem ver nossos antepassados já conheciam algumas das aplicações medicinais do vinho. Conheçam outras:
• A acidez nele contida ajuda nas funções gástricas e intestinais e beneficia a flora intestinal;
• O ácido tartárico, o principal do vinho, tem propriedade de ativar as funções renais, pois facilita a dissolução de cálculos.
• A glicerina produz ação benéfica nas vias biliares e nos intestinos
• Além da ação anti-séptica normal do álcool, o vinho promove ação bactericida por meio do tanino e das matérias corantes, e já se descobriu um antibiótico entre os seus diversos componentes.
• Nas doenças cardíacas, age como vasodilatador, provocando também o aumento da hemoglobina e dos glóbulos do sangue.
• É diurético, especialmente o vinho branco.
• Em doses moderadas, o vinho abre o apetite, pois estimula as secreções salivares gástricas e pancreáticas.
• O consumo moderado de uma ou suas taças de vinho tinto por dia é capaz de inibir os cânceres de mama e de próstata.
A escolha é muito pessoal e não há caminho infalível, mas o primeiro mandamento é: experimente muito e anote os que agradam ao seu paladar, ou seja, “o melhor vinho do mundo” é aquele do qual se gosta!
Inicialmente, deve-se extrair a cápsula metálica ou plástica, utilizando o corta-capsula – dispositivo com uma guilhotina em forma de roldana, que quando girado, corta a cápsula abaixo do topo do gargalo. Assim o vinho não entra em contato com o metal nem com outro material.
O Saca –Rolha Em seguida, munido de um bom saca-rolha, coloque a ponta da rosca sem fim bem no centro da rolha e inicie a operação vagarosamente, evitando balançar em excesso o líquido contido na garrafa. Tão logo seja extraída, cheire-a discretamente para verificar se o vinho encontra-se em perfeito estado. Limpe o gargalo com um pano e deixe o vinho arejar.
Quando se trata de vinhos espumantes, as providências são totalmente diversas. A abertura da garrafa começa-se por extrair a parte superior do papel laminado que envolve a rolha. Em seguida desenrrola-se e retira-se o arame que a protege, apertando com a outra mão a rolha contra o gargalo.Inclina-se a garrafa levemente a 45º e segura-se firmemente a rolha, imprimindo movimentos lentos e coordenados de rotação e de puxando para cima, até que ela fique livre. Feito isto, deixe o gás escapar levemente, sem quase nenhum ruído e sem perda de líquido. Limpe o gargalo com um pano e sirva nas taças.
O vinho agradável ao paladar quando tomado em torno de 15º centígrados os tintos, e mais frios, entre 5º e 12º graus, os vinho brancos.
Degustar é simplesmente beber vinho com atenção. É uma análise sensorial que utiliza quase todos os nossos sentidos: visão, olfato, gosto e tato.
A percepção em conjunto de olfato e gosto é a mais importante para a degustação.
É bom o vinho que tem paladar agradável, não é amargo, nem ácido, nem queima a boca com o álcool ou trava a língua com seu tanino, (é macio ou redondo), exala cheiro de uma fruta ou da uva da qual é feito, ( frutado e quanto melhor o vinho mais duradoura a sensação olfativa), e é medianamente encorpado, (tem densidade, grossura, corpo, espessura, perceptíveis ao paladar em grau compatível ao do café forte). Durante uma refeição a regra numero um para de tomar vinho é alternando com água, de preferência bem fria ou gelada, para ser tomada moderadamente, a espaços, ao longo da refeição, assim, sente-se o sabor de um vinho separadamente da refeição.Uma vez já aberta a garrafa o vinho estará em contato constante com o oxigênio e seguramente irá oxidar-se em pouco tempo. Para protelar um pouco o problema, tampe a garrafa com a própria rolha, coloque-a na porta da geladeira e procure bebê-la em dois a três dias.